FÉRIAS de fim de ano se aproximando, verão no hemisfério sul, grande oportunidade de muita diversão pelo nosso BRASIL, o país mais praieiro do mundo, Caribe e outras belas paisagens do planeta! Praia combina com criança pra caramba, mas os riscos de problemas de saúde também existem. Abaixo, listo 5 condições que podem criar diversos transtornos em seu passeio na praia e, principalmente, como evitá-los. Escolha o seu destino com as dicas do meu livro PELO MUNDO COM CRIANÇAS ( disponível á venda no mercado livre e aqui no site) e divirta-se com seus baixinhos!

 

      1. GASTROENTERITE – infecção intestinal principalmente causada pela bactéria E.colli; Provoca vômitos e diarreia, uma situação que transforma as férias de qualquer baixinho num desastre!

    # PREVENÇÃO:

      – NÃO ofereça à criança alimentos crus, com casca ou mal cozidos.

– Ingerir somente água engarrafada e lacrada. As apresentações gasosas são mais confiáveis.

– NÃO ofereça à criança cubos de gelo feitos com água não purificada.

– Faça higienização das mãos com frequência.

– JAMAIS ofereça à criança alimentos vendidos por ambulantes.

Mamãe Lília com suas gatinhas Luiza e Lorena em férias seguras pelo Ceará!

 

  1. PITIRÍASE VERSICOLOR – micose de pele que provoca manchas brancacentas; podem coçar e incomodam muito qualquer criança, além do aspecto estético que não é bom.

     # PREVENÇÃO:

     – Procure secar sempre muito bem os baixinhos após o banho, principalmente nas axilas, virilhas e dedos dos pés.

– Evitar andar descalço em locais muito úmidos, como vestiários.

– Não deixar as crianças com roupas molhadas por muito tempo.

– Evitar compartilhar toalhas e roupas.

– Evitar roupas muito quentes e justas, e aquelas feitas em tecidos sintéticos.

 

México – 2016

 

  1. LARVA MIGRANS CUTÂNEA (BICHO GEOGRÁFICO) – Doença causada pela entrada de parasitas, presentes em fezes de animais que circulam pelas praias, através de feridas ou cortes na pele, causando sintomas como coceira e vermelhidão.

# PREVENÇÃO:

– Procure cobrir com uma toalha/canga o local onde a criança vai sentar na areia da praia.

     – Lave os pés dos pimpolhos com água corrente depois de andarem descalços na praia.

     – Estimule as crianças a higienizarem as mãos com frequência.

 

Porto – Portugal, 2017.

 

  1. INSOLAÇÃO – Exposição excessiva à luz solar que causa vermelhidão e secura na pele. Em alguns casos pode haver complicações como pulsação acelerada, dor de cabeça, vômitos e até inconsciência.

      # PREVENÇÃO:

– Estimule as crianças a usarem chapéus, bonés e óculos escuros.

– Usar roupas leves.

– Protetores solares devem ter fator mínimo de proteção solar (FPS) 30 – aplicar na criança a cada 3 horas.

– Ofereça bastante líquidos aos baixinhos; a hidratação constante também é uma medida fotoprotetora.

– Evitar os horários de maior insolação: das 10h às 16h.

– Ofereça aos baixinhos alimentos que podem ajudar na prevenção da insolação: cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba (contêm             carotenóides, substâncias que se depositam na pele e tem importante ação antioxidante).

– Não usar sabonetes em excesso na hora do banho.

– A temperatura da água para o banho deve ser fria ou morna.

 

Isla Grande – PANAMÁ – 2016

 

  1. ACIDENTES POR SUBMERSÃO (AFOGAMENTO) – Este evento trágico é um dos principais motivos de óbito por causa externa em criança pequena. Diferente do que se imagina, o acidente ocorre silenciosamente, sem gritos ou batimentos na água.

      # PREVENÇÃO:

– Antes  de ir à praia, alerte as crianças sobre os riscos que correm em banhos no mar.

– Procurar  ficar com a criança em locais próximos a salva-vidas;

– Não mergulhar em águas turvas;

– Não permita que os baixinhos nadem próximos a cais, embarcações, rochas e correntezas;

– Respeite as bandeiras posicionadas na água e nas guaritas dos salva-vidas.  Preta: risco de morte. Vermelha – perigo no mar.

–  Não deixar a criança entrar no mar com objetos flutuantes (colchões, boias), pois facilmente uma onda pode separá-la do equipamento         e colocá-la em situação de risco de afogamento;

– NUNCA deixe as crianças sozinhas na praia e no mar; MANTER vigilância CONSTANTE;

– O adulto deve manter uma distância de até um braço da criança, para se assegurar de que conseguirá agir rapidamente em caso de                 algum problema;

– Orientar a criança a nunca ultrapassar o limite da água na altura da cintura.

 

Pedro curtindo o mar de Alcobaças – Bahia com a segurança da mamãe Carla!

 

FONTES:

  1. www.cives.ufrj.br 
  2. Sociedade Brasileira de Dermatologia
  3. Sociedade Brasileira de Pediatria

 

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